Rua dos Machados
"responde se me puderes levar para tu sabes onde, segue via Jacarta que é código para tu sabes o quê. Contra a tirania sempre, paz e felicidade sempre. M" in Cartas, telegramas e postais Abril 2012 Teatro do Silêncio
terça-feira, 4 de março de 2014
terça-feira, 4 de fevereiro de 2014
Desabafo - O pupilo
Atencao: Desde ja aviso que este texto nao vai ter qualquer acento ou ''ç'' - ups.
Para Lisboa e Porto,
que me dizem e bonito nao e? A cerca de um mes que estae a paisagem da casa onde estou, aquela que todos os tia me lavanto e olho - esta paisagem oxila, ora da sol, chuva, pedras ou neve - fica uma visao do ultimo acontecimento natural. Estou numa especie de aldeia, como podem observar nao ha muita coisa na imagem, e uma aldeia pequena chamada Ferahltorf, fica a 20min de Zurique (novamente moro nos arredores de qualquer coisa). Isto e bonito aqui - se pensarem num daqueles filmes da treta das sagas dos vapiresco amores - a parte das florestas -, sim e isso lindas... temos aqui uma estrada que e seguida por uma - tenho medo de passar por la mas nao deixa de ser bonita, agora esta seca quer dizer despida e meia humida. Nao tem nevado muito e quando neva, ela desaparece para o solo e o sub-solo num lapice sao como as minhas lagrimas de saudades e a nocao de que nao o devo fazer, o clima e como Portugal a unica diferenca que faz com que haja toda ou alguma, e o nivel de humidade que aqui e minimo. Mas mudando de assunto: Regras... Isto tem muitas regras - demais, e la vem o medo, ate de regras - estas tem sido o meu maior problema, quer dizer - as pessoas sao o problema. Quando pensamos que vivemos em comunidade e que devemos mutuamente ajudar-mo-nos, apercebo-me que e completamente o contrario, nao que nao o soubesse mas nao tinha a nocao de quao ma a humanidade e - vao me desculpar a expressao mas aqui os portugueses/AS e so foderem-se uns aos outros - (bem dito nome do nosso bolo cibernautico) e quando pensamos 'e desta', percebemos que nao e, pelo contrario la nos afundamos mais um pouco. Mas positivamente e interiormente la temos que ganhar forca sozinhos e/ou acompanhados para nos levantar-mos, nao tem sido facil nao senhor, mas tenta-se como se pode. E sempre a aprender e isso que tem sido o meu percurso ate agora. Fazendo o que nunca fiz, num pais onde tudo e complicado. E depois tenho isto:
Imagens lindas que me tiram o folgo, que me dao esperanca e suspiro, nao sei ao certo o que estou a escrever simplesmente acho que agarrei no computador e meti-me a escrever sem rumo, como se estivesse a correr no mesmo lugar e precisa-se de gritar. Bem nao sei o que dizer mais... GRITO!!!
Ps: Este computador da comigo em doida - esta tudo (eu a exagerar) trocado.
Para Lisboa e Porto,
que me dizem e bonito nao e? A cerca de um mes que estae a paisagem da casa onde estou, aquela que todos os tia me lavanto e olho - esta paisagem oxila, ora da sol, chuva, pedras ou neve - fica uma visao do ultimo acontecimento natural. Estou numa especie de aldeia, como podem observar nao ha muita coisa na imagem, e uma aldeia pequena chamada Ferahltorf, fica a 20min de Zurique (novamente moro nos arredores de qualquer coisa). Isto e bonito aqui - se pensarem num daqueles filmes da treta das sagas dos vapiresco amores - a parte das florestas -, sim e isso lindas... temos aqui uma estrada que e seguida por uma - tenho medo de passar por la mas nao deixa de ser bonita, agora esta seca quer dizer despida e meia humida. Nao tem nevado muito e quando neva, ela desaparece para o solo e o sub-solo num lapice sao como as minhas lagrimas de saudades e a nocao de que nao o devo fazer, o clima e como Portugal a unica diferenca que faz com que haja toda ou alguma, e o nivel de humidade que aqui e minimo. Mas mudando de assunto: Regras... Isto tem muitas regras - demais, e la vem o medo, ate de regras - estas tem sido o meu maior problema, quer dizer - as pessoas sao o problema. Quando pensamos que vivemos em comunidade e que devemos mutuamente ajudar-mo-nos, apercebo-me que e completamente o contrario, nao que nao o soubesse mas nao tinha a nocao de quao ma a humanidade e - vao me desculpar a expressao mas aqui os portugueses/AS e so foderem-se uns aos outros - (bem dito nome do nosso bolo cibernautico) e quando pensamos 'e desta', percebemos que nao e, pelo contrario la nos afundamos mais um pouco. Mas positivamente e interiormente la temos que ganhar forca sozinhos e/ou acompanhados para nos levantar-mos, nao tem sido facil nao senhor, mas tenta-se como se pode. E sempre a aprender e isso que tem sido o meu percurso ate agora. Fazendo o que nunca fiz, num pais onde tudo e complicado. E depois tenho isto:
Imagens lindas que me tiram o folgo, que me dao esperanca e suspiro, nao sei ao certo o que estou a escrever simplesmente acho que agarrei no computador e meti-me a escrever sem rumo, como se estivesse a correr no mesmo lugar e precisa-se de gritar. Bem nao sei o que dizer mais... GRITO!!!
Ps: Este computador da comigo em doida - esta tudo (eu a exagerar) trocado.
segunda-feira, 27 de janeiro de 2014
Para Zurique e Lisboa,
não tenho retrospectivado muito. três macacas perdidas a mergulharem inconscientemente na ausência de infância, que contêm em si todas as amarras e todas as liberdades, as que nos permitimos.
nada é certo, mesmo na ilusão em que nos deixamos navegar, e isso é também todas as possibilidades. todos os medos.
o medo atroz de ser vinagre no meu curso de azeite, o que é que eu estou aqui a fazer? talvez porque aqui seria ali, noutro lado tanto faz, qualquer sítio que não o mesmo, mesmo sendo ele exactamente o anterior.
confrontar-me com todas as minhas incapacidades. deixar-me anular para desconstruir. não sei definir exactamente o que é aprender, e tudo o que perco por fazê-lo.
mas este qualquer coisa agrada-me. era preciso uma coerência, mesmo que simplicíssimo artifício, para me poder definir aos alguéns a quem me prendo (também são vocês). e tempero-me, por me saber uma merda naquilo que vou fazendo por aqui, aceitar-se como um cocó é também um desafio, mesmo que nunca o sobreponha. querendo ou não, é com verdadeira sensibilidade que aprecio aquilo que não consigo alcançar, e os espaços emocionam-me, sinto-me como parte de uma possível existência física em relação com tudo o resto, as paredes que constroem a sua ausência.
e a cidade, como não vos espantará, é sedutora. suavemente cola-se a mim, gosto de a sentir entrar, poro, poro.
escrevi ao som de: down the way - Angus and Julia Stone. parece-me uma coisa ouvivel para vocês também.
ps - obviamente que devia estar a estudar história (da arquitectura antiga e medieval). só nestas alturas é que algo inteiramente despropositado se enceta!
pps - gosto muito de rafaelas. e diz que de martas também. mas só duas.
não tenho retrospectivado muito. três macacas perdidas a mergulharem inconscientemente na ausência de infância, que contêm em si todas as amarras e todas as liberdades, as que nos permitimos.
nada é certo, mesmo na ilusão em que nos deixamos navegar, e isso é também todas as possibilidades. todos os medos.
o medo atroz de ser vinagre no meu curso de azeite, o que é que eu estou aqui a fazer? talvez porque aqui seria ali, noutro lado tanto faz, qualquer sítio que não o mesmo, mesmo sendo ele exactamente o anterior.
confrontar-me com todas as minhas incapacidades. deixar-me anular para desconstruir. não sei definir exactamente o que é aprender, e tudo o que perco por fazê-lo.
mas este qualquer coisa agrada-me. era preciso uma coerência, mesmo que simplicíssimo artifício, para me poder definir aos alguéns a quem me prendo (também são vocês). e tempero-me, por me saber uma merda naquilo que vou fazendo por aqui, aceitar-se como um cocó é também um desafio, mesmo que nunca o sobreponha. querendo ou não, é com verdadeira sensibilidade que aprecio aquilo que não consigo alcançar, e os espaços emocionam-me, sinto-me como parte de uma possível existência física em relação com tudo o resto, as paredes que constroem a sua ausência.
e a cidade, como não vos espantará, é sedutora. suavemente cola-se a mim, gosto de a sentir entrar, poro, poro.
escrevi ao som de: down the way - Angus and Julia Stone. parece-me uma coisa ouvivel para vocês também.
a leo veio cá! e pronto, maria wannabetripeira.
19 anos e um workshop caseiro de sushi
serralves. as sensações de espaço. alegorias ao meu ser agora. ah, e este é o gonçalo.
e uma homenagem ao dia do coito criador desde blog. por RFR calculo.
ps - obviamente que devia estar a estudar história (da arquitectura antiga e medieval). só nestas alturas é que algo inteiramente despropositado se enceta!
pps - gosto muito de rafaelas. e diz que de martas também. mas só duas.
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